Monthly Archives: February 2013

Sobre ‘Why Nations Fail?’

Escribo para introducir un poco de polémica en el blog y compartir un interesante review del último (?) libro de Acemoglu y Robinson (formerly Imagen), Why nations fail?.

La autora, Deniz Kellecioglu, sin dejar de ponderar las virtudes del libro, hace críticas que a mi criterio trascienden al mismo para discutir, de fondo, los alcances del enfoque neo institucionalista de los autores. Desde aquí se puede descargar el artículo completo (3 págs.). Aquí acceso a la revista para más datos.

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Inter-generational social mobility debate

social-mobilityA couple of weeks ago The Economist in its regular free exchange column opened a very interesting discussion about new research on inter-generational social mobility (find the link here). The discussion turned into a debate among economic historian Greg Clark (University of California, Davis),  Miles Corak  (University of Ottawa), and Francisco Ferreira (World Bank). Since social mobility has become a trendy policy topic among the media in the US  (part of the ‘American Dream’), the recent findings from Greg Clark’s paper surprised many by showing a quite pessimistic picture of long-term inter-generational social mobility when it is correctly measured.  Clark shows that there is a huge family persistence for social mobility across time even in already egalitarian societies like in Sweden. Low rates of social mobility have been an historical trend for centuries, and as he claims it may take as long as 300-5oo years to produce descendants with equal chances of earning around the same income spectrum.  

As Clark explains, not only previous studies on the topic have yielded highly overestimated rates (by including only measures of income as sole predictors for social mobility), but across time and countries they are almost constant. The replies to this from Corak and Ferreira are also very interesting, arguing that this process it is not linear, and that there is still public policy space, especially on human capital development and national policies for education.  However, Clark also replied to that saying that his finding of low rates of social inter-generational mobility along history is not a social tragedy.  “The fact that the social competence of children is highly predictable once we know the status of their parents, grandparents and great-grandparents is not a threat to the American Way of Life and the ideals of the open society.

I wonder how this historical trend in social mobility might look at the regional level, for instance in Latin America from colonial times until today, where the definitions of class and self-identification in society are totally different compared to high-income societies.  A few studies have analyzed this (e.g. Lopez-Calva, and  Gaviria), but only for recent years (2000-onwards) and again, using only income measures, a measure that Clark claims to be contaminated with ‘noise’ and that does not capture the real rates of social mobility.

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Brasil sem empreendedores? O problema da integração do mercado nacional.

Jornal Agricultor

Jose Peres Cajias : “En el caso boliviano, el proteccionismo difícilmente podía ser efectivo considerando la escasa integración del mercado nacional.”

A história econômica brasileira que analisa o século XIX tem como foco da maioria dos seus trabalhos a relação do país com os mercados externos. A importância das exportações de café a partir de 1840 elucida a hierarquia na ordem de estudos efetuados até hoje. Caio Prado Jr e Celso Furtado focaram no setor externo também porque foram pioneiros (quem chega antes analisa os dados em evidência).

Especialmente nos últimos 20 anos, temos uma quantidade importante de estudos que expandiram significativamente o nosso conhecimento para além de Formação Econômica do Brasil (sem diminuir o impacto que os estudos pioneiros sempre possuem). Entretanto, apesar do aumento da nossa base informacional sobre HE do Brasil, ainda não conheço muitos trabalhos comparando o mercado interno entre regiões.

A busca por trabalhos sobre a integração do mercado nacional fica mais clara com essa notícia do Jornal do Agricultor de dezembro de 1886, sobre a indústria do leite.

“Uma das indústrias que tem no Brasil, campo fecundíssimo para desenvolver-se, é incontestavelmente, a da conservação do leite. Se com o atrasadíssimo sistema de exploração das nossas fazendas de gado, o leite superabunda no interior de quase todas as províncias, qual não seria o resultado de uma exploração racional e bem dirigida? Todo o país, de extremo a extremo, tem completos recursos naturais para a criação do gado e preparação do leite. […] No entanto, vamos importando leite da Suíça, marca Barbacena.”

Porque importávamos leite da Suíça? Uma hipótese surge do mesmo jornal, em um editorial do mês anterior (novembro de 1886) sobre a Situação Agrícola no país.

“É singular que, na época em que a corte consome a enorme quantia de 19.386.000$ de gêneros alimentícios do estrangeiro, e o Império todo importa 20.000.000$ de farinha de trigo, não se tenham tomado providências enérgicas para facilitar a troca dos produtos entre as províncias e, definitivamente, a circulação interna livre de direitos e de obstáculos fiscais. […] Pode dizer-se que, atualmente, os Estados Unidos com seus 60 milhões de habitantes, e sua atividade industrial, são um pequeno mundo, em que cada um dos territórios é uma nação sem fronteiras nem direitos exclusivos, e que da livre troca das utilidades de cada uma é que se forma essa acumulação de riquezas […] A legislação fiscal das províncias – verdadeiro monumento da idade média – […], não escaparam à vigilância dos estadistas do segundo reinado.” (o último comentário refere-se a um estudo de 1877 chamado Quadro dos Impostos Provínciais).

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Armen Alchian has passed away. His UCLA obituary.

 

 

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Desenterrando a Família Real

Dona Amélia de Leuchtenberg, segunda mulher de Dom Pedro I

Sensacional essa reportagem do Estadão: Por dentro da cripta imperial

“Pela primeira vez em quase 180 anos, os restos mortais do primeiro imperador brasileiro, Dom Pedro I foram exumados para estudos. Também foram abertas as urnas funerárias de suas duas mulheres: as imperatrizes Dona Leopoldina e Dona Amélia. Confira aqui tudo o que foi encontrado e como o estudo reescreve parte da História do País.”

Além de questões relevantes para a historiografia brasileira, descobrimos informações que teriam gerado a alegria de qualquer folhetim sensacionalista do período monárquico:

“Dona Leopoldina foi enterrada com a mesma roupa com que foi coroada imperatriz do Brasil, em 1822. Como único ornamento, usava brincos de ouro com gemas que – presumia-se – eram pedras preciosas. Análise mostrou, no entanto, que são de resina – ou seja, eram bijuteria.”

* Para ajudar os leitores não brasileiros: Bijuteria = imitation jewelry

 

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McCloskey and Bértola

Provavelmente todo mundo já viu o email da EH.News:

Methods in economic history Special Issue (I) IHE-EHR. Free access

Economic History, as a discipline, benefits from economic turbulences. Just consider the current production of articles for scientific
journals and working papers, the amount of calls and the increasing number of meetings with economic history as a focus. This widening
research context lacks a parallel increase in the analysis of the methodologies of Economic History. For this reason, the Editorial Board of Investigaciones de Historia Económica/Economic History Research, found, in the book of Francesco Boldizzoni; The Poverty of Clio: Resurrecting Economic History (Princeton University Press, 2012) a rare opportunity to contribute, from our Journal, to a useful but forgotten debate. From the title it already stands out that Boldizzoni’s provocative text criticises quantitative methods. Without positioning the journal in favour or against the issues at stake, the forthcoming issues of Investigaciones de Historia Económica/Economic History Research provide the opportunity for reputed economic historians to judge the book
and reflect on the methodological issues of the discipline. In this issue (9.1) Deirdre McCloskey and Luis Bértola offer their opinions
and reflections

Deirdre N. McCloskey
The poverty of Boldizzoni: Resurrecting the German Historical School

Luis Bertola
Another brick in the wall? A comment on Francesco Boldizzoni’s
The Poverty of Clio

FREE ACCESS LINK
http://www.elsevierciencia.com/es/revista/investigaciones-historia-economica-328

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