Debate público sobre economia brasileira. O mesmo em 150 anos.

É interessante como o centro do debate público sobre economia não muda ao longo de quase 150 anos.

Do livro Elementos de Estatística, de 1865. Sobre uma possível reforma da legislação comercial no Brasil.

“Não sou sectario dos direitos excessivos, e muito menos das tarifas amplamente protectoras , porque entendo que no primeiro caso o contrabando cresce na razão directa da subida dos direitos alfandegaes, e no segundo é obrigar os consumidores a comprar o peior por mais altos preços, prohibindo a concurrencia que é o principal alliciente para o melhoramento da producção e industrias; comtudo entendo que certas e determinadas industrias que se achão nacionalisadas no paiz, carecem de protecção, até que tenhão tocado ao ponto de poderem concorrer com as similares do estrangeiro ; e fundado nestes principios farei algumas observações sobre a tarifa actual, baseando-me nos dados officiaes, a fim de firmar as minhas proposições .”

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